
A casa da avó, das tias ou mesmo dos pais pode ser um celeiro de grandes achados. Procurando nos depósitos, naquelas casinhas de despejos, temos como resgatar objetos maravilhosos que poderiam ter o lixo, o troca-tudo ou o esquecimento como destino.
Mas nada que um toque extra de criatividade não possa reacomodar em nossas casas atuais. Móveis e objetos, eu diria com genealogia, podem nos trazer originalidade, beleza, sentimentos, saudades e até um pouco de eternidade. Veja a mesa acima, toda lascada, pintura desgastada e rabiscada. Dirias que faria tão bela figura na sala? Pois faz.
Eu já roubei um baú do meu pai e espero, qualquer dia destes, roubar umas cadeiras que eram da minha avó. Elas lembram o estilo Tonet, um Tonet caipira, mas tão lindas.... aguarde seo João. Qualquer dia desses, diga até logo pras cadeiras porque vou dizer olá....
As cadeiras da dona Anna Luiza parecem esta, com assento diferente: quadrado e de madeira. Mas os pés e encosto, lembram bem.
Uma poltroninha ganha tecido novo
O armário serve para o rancho, com companhias simpáticas e arrumação idem

Outra poltrona com forração nova, no canto de leitura, com a velha mesinha de centro servindo de apoio para os pés.
Outra mesa encantando a cozinha, com banquinhos singelos e objetos lindos, como fruteiras, compoteiras, lustres e castiçais. Eu deliro nesta cozinha.
Outra mesa 'detonada' no escritório, compondo com o bule que vira vaso
Louças que acomodam flores
mais vasinhos da vó

Janelas da casa antiga
Outra janela da Argina Seixas





